O julgamento prévio de pessoas não aptas e capacitadas para tal é o mais recorrente entre pessoas que se dizem politizadas. Tentar enrolar, estragar, não enxergar, e dificultar as situações e até mesmo boicotar só por interesses particulares é o que se encontra hoje com mais freqüência e mais intensidade. Hoje, grande parte das pessoas que se julgam e são julgadas sérias, não passam de pessoa afetadas pelo total descontrole que é o interesse. Não trabalham pelo bem público e passam sobre os direitos de tudo e todos de uma hora para outra, mostrando a sujeira que é encontrada dentro de seu pensamento, sujeira essa capaz de humilhar alguém para conquistar algo não digno e usar da voracidade para difamar sem que haja provas.
A conquista não é pela capacidade, mas sim pelo dinheiro. O uso dos meios ‘’informais’’, o uso do dinheiro e da vontade de não lutar de verdade se manifesta de forma perversa e desmoralizante. A forma maquiavélica de transformar as pessoas, de mudar alguém dito ser um dia “do povo” para fazer de seus desejos infundados na vontade e pressão familiar é o que existe de mais fútil e descabido. Pessoas que falam aos quatro cantos desta vida, que só pelo simples fato de possuir dinheiro e possuir um carro é capaz de fazer-se votado. De fazer-se um candidato. A forma vil e torpe deste comportamento nada mais é que alguém tentando corromper pessoas corruptíveis e aptas a serem exploradas mentalmente pela forma de força e luta inculta, capaz de dizer que o ter dinheiro lhe faz apto a algo.
Más interpretações e até mesmo sujeira para derrubar alguém é o que há de mais fácil a ser encontrado. Fazer manifestação prévia de algo sem que haja uma grande discussão, verdadeira e sem imposições é não agir como uma pessoa democrática. É agir com confabulações, burlando qualquer regra e qualquer lei. Encontros às escondidas, em lugares fechados e com conversar “a parte”? Sim, isso é feito e muito, mas nada que não seja descoberto logo, e diga-se de passagem, descobrir confabulações de forma inesperada deve ser melhor ainda. Encontros como estes, em locais fechados, é não ser democrático!
Desculpem o desabafo, mas como uma pessoa que pode-se considerar sim, uma pessoa que já fez muita campanha nesse pouco tempo que tenho de vida para este ato, posso me considerar alguém que já viu muito e que já caminhou muito com uma bandeira nas costas para ajudar o pai a ser um vencedor, merecedor de toda esta luta diária e incansável que é ser um político. Aposto que muitas pessoas fariam isso por dinheiro, até pelo simples fato de que muitos não trabalham, e o ser alguma vez político, seja em qual esfera for, lhe dá o sustento. O carregar bandeira nas costas, ir de casa em casa, conversar com as pessoas e ouvir delas o que elas tem a dizer sobre tal candidato, ouvir desaforos e caminhar pelas ruas somente com a vontade de abraçar o mundo e sem ganhar um centavo que seja, fazer isso tudo pelo querer, pelo transformar, garanto que muito poucas pessoas fazem. Isso sim é difícil de fazer, mas é muito gratificante e não estou falando isso para dizer: “nossa, olha como eu faço!”, não, eu digo isso por que é verdade e por que muita gente sabe.
Lamentáveis atitudes fazem com que pessoas como essas, anteriormente citadas, sejam desprezíveis, totalmente repugnantes, pilantras.
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E aqui fica a dica para quem ainda considera-se censurado.
Conforme o Art. 5⁰ da Constituição Federal de 1988:
IV - é livre a manifestação do pensamento, sendo vedado o anonimato;
V - é assegurado o direito de resposta, proporcional ao agravo, além de indenização por dano material, moral ou à imagem;
“É livre a manifestação do pensamento sem que haja censura prévia”
Censura prévia é quando nos governos militares, na época da Ditatorial, a mídia era acompanhada fortemente e os jornalistas obrigados a retirar certas partes de seus textos que, conforme a Ditadura, fossem “prejudiciais” ou que fizessem menção a algum ato (ex. tortura) praticado e muitos por estes militares.
Até breve.