quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A primeira experiência realmente jornalística

A história de um primeiro jornal iniciou-se há um mês no Laboratório de Jornalismo. Proposta do dia, entrar em uma editoria Jornalística, seja ela de esportes, política, cultura, geral, polícia, etc.
O entendimento do momento era que cada um escolhesse sua própria editoria, e assim fiz, entrei na editoria de política.
Fiquei no grupo da Camila Amaral, Karyne de Oliveira e Nicole Franzoi, umas queridas. Tivemos total empenho e uma sintonia ótima para que cada uma escrevesse sua própria matéria.
Tudo parecia tão fácil, se não fosse o problema-situação e desafio de escrever para frente. No momento isto se tornou um grande problema, pois fizemos as matérias no hoje sendo que iriam somente sair no mês de novembro.
Escrever sobre algum tipo de caso de corrupção recente seria uma “maratona”, pois poderiam haver outros casos até o dia em que o jornal saísse e talvez estes casos já não seriam mais tão importantes como estes que poderiam “aparecer”.
A minha primeira ideia de matéria foi escrever então sobre os grandes casos de corrupção na história do Brasil e do Mundo. Mas, seria algo muito abrangente e não haveria espaço para muitas situações e assim, ficaria muito simples e de pouca explicação, o que eu não queria.
Pensei então, em escrever sobre os novos partidos políticos do País, que já somam, sem estes novos nomes que estão por vir, 28. E escrever sobre alguns dos nomes um tanto curiosos destes novos partidos. Alguns, que ao meu ver são muito ridículos. E o pior disso, é a ideologia de cada um, esta não é definida totalmente, é esquartejada pela forma absurda de só fazer algum partido novo. Escrevi sobre, mas no decorrer da semana tive que mudar pois o PSD havia conseguido firmar seu registro junto ao TSE. Este texto foi de aproximadamente 800 caracteres.
Além deste, tive uma ideia maluca. Escrever sobre o que ainda não aconteceu, prever o futuro com minha bola de cristal, que se os astros ajudarem, chegará em breve pelo Fedex ou talvez por uma coruja de Hogwarts.
Ta ok, vou parar de brincar com isso, até por que, como eu disse à minha colega e amiga da Famecos, Ana –“Não pode mentir mais guria! Tu vai ser uma Jornalista e as pessoas irão acreditar em ti!”
Mais ou menos assim, então, nada de brincar com textos importantes. E que fique aqui o registro de que estávamos brincando com uma bobagem, adoramos descontrair.
Fui atrás de fontes para que eu pudesse ter ao menos uma certeza de que o que eu queria, iria ter uma aprovação e que sairia em tempo hábil.
Então, fui entrevistar o líder da bancada do PT, partido do atual Governador do Estado, Deputado Daniel Bordignon à qual agradeço pela atenção. Fui entrevistá-lo, é, eu fui. Que horrível, minhas mãos tremiam demais, eu estava segurando uma caneta para não ficar tão ruim e tive de dizer antes de começar a conversa, que aquela era minha primeira entrevista e que me desculpasse qualquer coisa. Afinal, é tentando que se aprende não é mesmo?
Tentei, entrevistei e entendi. Política, questões que a envolvem, Orçamento 2012, PPA. Até que me saí bem na minha primeira entrevista a meu ver, poderia ter sido pior, tirando toda aquela minha aflição. A sorte, é que fora uma entrevista bem descontraída. Após, fui conversar com o Wagner, Economista que trabalha no Gabinete do Deputado e que, digamos assim, me salvou quando me entregou um documento sobre o Plano Plurianual Participativo, o conhecido PPA. Eu havia dito que não precisava, mas ele insistiu e eu peguei o documento. Previsão do futuro? Será?  
Mas, eu não imaginava até ontem, às 21h10min quando o Wagner me ligou passando a informação que havia pedido, que o meu princípio de escrever sobre a Proposta Orçamentária de 2012 iria desmoronar, e desmoronou. Eu tentei arriscar escrevendo uma matéria à frente, baseada em informações e dei esta matéria como certa, mas infelizmente, o prazo de votação na Assembleia Legislativa para tal projeto pode ser de até 2 meses a partir de agora, começo de outubro.
Impossível, o Jornal irá sair em novembro.
Dei a ideia por encerrada, apesar de todo o esforço, empenho e tempo. Aquilo foi desesperador, fiquei com muita raiva, admito isso. Uma pauta ótima ralo a baixo escorreu.
O que poderia ser feito naquele momento?
Bendito PPA, me salvou.
Busquei algumas informações na internet, peguei o documento que o Wagner havia me dado na segunda-feira passada e baixei literalmente a cabeça. Escrevi, escrevi e escrevi. Exatamente às 22h03min, eu estava terminando a matéria. Foi um UFA, total.
E então, hoje, entreguei o texto. Prof. Eduardo Pellanda revisou e Prof. Fábian Chelkanoff fez a diagramação. É, eu procurei como se escrevia Chelkanoff no Google, seria feio escrever errado. (risos)
Era isso então, missão cumprida e comprida.

domingo, 11 de setembro de 2011

Educação no Brasil, questão de dinheiro ou incompetência?


Hoje, acordei com a vontade de escrever sobre o que há muito tempo tenho vontade de dizer e falar para quem quer que seja. A vontade de escrever uma narrativa com minha opinião sobre um assunto hoje polemizado.
O Brasil hoje é palco de grandes acontecimentos, superação de investimentos, conquistas e grandes modificações. Mas, ainda há uma grande parte desta construção, pouco desenvolvida e muito discutida.
A Educação Brasileira, esta, tem sido um dos grandes alvos e gerador de manifestações. Manifestações por melhores salários, greves e a decorrente decadência da educação e seu sistema de ensino nas salas de aula.
Muito se discute sobre seus princípios, sobre a saída de alunos com déficit de ensino, déficit de saber e de entender das escolas. Quanto a minha análise, de uma ex-aluna de Escolas Estaduais, tenho um sentimento diferente.
Não posso discordar de maneira nenhuma, que sim, professores deveriam ser mais bem remunerados, afinal, são os grandes protagonistas da formação de nossa nação. Mas discordo totalmente quando em muitos casos, professores pedem melhores condições, sendo que alguns não possuem o mínimo de conhecimento e inteligência ao ensinar, pois estes ensinam somente por ensinar. Não estão preocupados se o aluno irá sair da escola preparado para a vida, pois em uma escola, os alunos devem ser preparados para enfrentar as mais diversas condições, os mais difíceis entraves e situações impostas por uma carreira profissional.
Hoje, alunos saem despreparados e incapazes. Mas, em momento algum, eu diria que a escola deveria ensinar a viver, óbvio que não, isto é responsabilidade da família do estudante, mas em muitos casos, há uma fragilidade social tão grande que a única opção é a escola, a única chance de melhora e aprendizado total é a escola. Por isso tenho a certeza de este, deveria ser um local mais preparado para receber e ensinar de fato.
Infelizmente, eu digo que muito me faltou e que mais triste ainda é ter ido para aulas onde professores propunham que os alunos fizessem trabalhos em grupo e que explicassem para os colegas sobre tal matéria. Isso é o mais deprimente. Pois durante um mês, um mês e meio se fazia isso, e aquilo se repetia durante o ano, o aluno dava a aula e o professor com toda a certeza, isso posso dizer, estara incapaz de dar uma aula, pois não sabia da matéria. Tanto não sabia que um dia um colega perguntou-lhe sobre quem era Evita Perón, esta não sabia responder, mandou como outras muitas vezes, procurar no livro didático, alegando que deveríamos saber procurar. Uma colega, indignada com a cena, explicou a quem havia perguntado.
E também, me recordo de um dia que disse a uma professora que odiava falta de controle. Lembro-me perfeitamente de como sua aula era conduzida. Eu estava quase terminando meu ensino médio, e a professora pedia aos meus colegas, muitas vezes barulhentos, que, por favor, parassem de conversar. Aquela cena se repetiu muitas vezes, e a professora nada fazia, não tomava nenhuma atitude mais pesada, deixava que tomassem conta e muitas vezes tomavam pela falta de atitude e imposição da professora. Foi aí, que eu cheguei até ela e lhe disse: “-Professora, eu odeio quando a senhora faz isso!”
E eu disse, disse mesmo. Assumo que muitas vezes fui até chata e era conhecida por CDF, mesmo nem sendo tanto assim.
Aquela cena me revoltava, assim como outras tantas.
O mesmo continua a acontecer, tenho relatos de casos de outros alunos, assim como eu, que literalmente perderam aquela vontade, perderam o estímulo pelo estudo. Não há mais exigência nas escolas, não há mais cobrança e não havendo cobrança não há estudo e consequentemente não há entendimento. Assim se faz a Educação Brasileira.
E que fique bem claro, se um Professor de Verdade, como muitos que existem neste Brasil afora, recebessem pelo que ensinam, e ensinam corretamente, deveriam ganhar muito mais do que o obrigatório. Pois muitos trabalham com dificuldades e vencem na vida ganhando o que ganham e não deixam de ensinar por isso.
Quando se quer ser professor, o mínimo que se deveria ter é amor pela profissão. O que hoje não há em muitos casos!
E em minha convicção, respostas do tipo, receber mal, não é pretexto para incompetência. Não é por que recebo mal que irei fazer mal ou até não fazer.
Eu, como futura Jornalista, sei da dificuldade que é fazer Jornalismo e se ganhar uma boa remuneração, mas faço por que eu quero e por que eu gosto. E quando se faz com amor a profissão, se “veste a camisa”, não há pretexto nenhum nesse mundo que me convença sobre a Educação no Brasil.
Afinal, a Educação é resultado de um bom trabalho, se não há um bom trabalho, não há Educação.



Maura Meregali

sábado, 3 de setembro de 2011

Perda, sumiço, roubo ou Marketing?


O CASO SE REPETE MAIS UMA VEZ. A EMPRESA APPLE, NOVAMENTE TEM SUA IMAGEM EM UM CENÁRIO UM TANTO ESTRANHO. EM ABRIL DE 2010, O IPHONE 4 TEVE SEU PROTÓTIPO ESQUECIDO EM UM BAR EM SÃO FRANCISCO, NA CALIFÓRNIA. 

ALGUMAS REPORTAGENS AFIRMAM QUE A APPLE PERDEU O SEU NOVO PROTÓTIPO DO IPHONE 5, OUTRAS AFIRMAM QUE O OBJETO SUMIU OU FOI ROUBADO.

ESTÁ AÍ, O RESULTADO DE UMA DISPARIDADE DE INFORMAÇÕES, ONDE SITES CONTRADIZEM A INFORMAÇÃO E CONFUNDEM O LEITOR.

ISTO É O QUE? DEFICIÊNCIA DE APURAÇÃO?

A DÚVIDA FICA. SERIA MESMO UMA PERCA, UM SUMIÇO OU UM ROUBO, OU SERÁ QUE ESTA ESTARIA SENDO APENAS UMA BELÍSSIMA JOGADA DE MARKETING?

 

POLÍCIA SUGERE QUE OBJETO DA APPLE QUE SUMIU PODE SER NOVO IPHONE

SRZD - ‎há 1 hora

APPLE FAZ BUSCA POR ITEM PERDIDO, POLÍCIA SUGERE SER NOVO IPHONE

Terra Brasil - ‎há 9 horas‎

FUNCIONÁRIO DA APPLE PERDE IPHONE INÉDITO EM BAR, DIZ SITE

Jornal Floripa - ‎02/09/2011‎

 

FUNCIONÁRIO DA APPLE TERIA SE PASSADO POR POLICIAL ATRÁS DE IPHONE

Jornal do Brasil - ‎02/09/2011‎

 

POLÍCIA CONFIRMA TER AJUDADO A APPLE A PROCURAR PROTÓTIPO PERDIDO

Terra Brasil - ‎02/09/2011‎

 

OUTRA VEZ, PROTÓTIPO DE NOVO IPHONE É 'ESQUECIDO' NO BAR

veja.com - ‎01/09/2011‎

POLÍCIA DE SAN FRANCISCO DESMENTE HISTÓRIA DE IPHONE 5 PERDIDO

G1.com.br - ‎01/09/2011‎

PROTÓTIPO DE NOVO IPHONE É "PERDIDO" EM BAR NOS EUA E APPLE ACIONA ...

Macworld Brasil - ‎01/09/2011‎

 

PROTÓTIPO DO IPHONE5 PODE TER SIDO DESVIADO

Jornal de Negócios - Portugal - ‎01/09/2011‎

APPLE PERDE MAIS PROTÓTIPO UM IPHONE NOS EUA

EXAME.com - ‎31/08/2011‎

APPLE PERDE OUTRO PROTÓTIPO DE IPHONE, DIZ SITE

R7 - ‎31/08/2011‎



Maura Meregali

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

De volta!


Olá teias de aranha!
Queridinhas, hoje é o dia que vocês irão sair daqui definitivamente!  :)
               
               Um breve relato dos últimos dois acontecimentos “aulísticos”, a aula de hoje ficará para o próximo post.
                Vamos lá então!             
Na antepenúltima (nossa, quase a um século atrás!) aula de Laboratório de Jornalismo fomos apresentados a um novo mundo. A partir daquele momento o sentimento real de estar naquela situação, naquela sala, em frente a aqueles computadores encantadores, que fazem brilhar os olhos de qualquer simples mortal realmente ali havia chegado.
                A ficha ainda não havia caído. Antes, parecia tudo uma grande introdução.
                A proposta do dia foi criar um BLOG.
                E, eu cheguei a conclusão de que criar um Blog definitivamente é uma grande responsabilidade, exige concentração como em qualquer outro feito, mas exige ainda mais embasamento, noção, idoneidade e principalmente foco.
                Então está aí, o Bonjour Terráqueo, uma criação de minha pessoa e de Martha Menezes.
               
Na penúltima aula, que aconteceu em 25 de Agosto, tivemos a apresentação de como é a dura vida de um Jornalista. Como se batalha e luta diariamente, por muitas horas até conseguir uma matéria surpreendente, emocionante ou de desgraça.
Fazer Jornalismo é isso. É ser flexível, ter vontade, coragem, sensibilidade e perseverança, ter a noção de que o se quer, é alcançável.
Tendo isso, se possui a ferramenta na mão, aquela ferramenta capaz de enxergar além e poder dizer e informar as pessoas sobre algo que as fará sorrir por estar lendo algo que realmente queria ler, ou que trará a infelicidade por não ter aquela notícia esperada ou até mesmo inesperada.
Esta, com toda a certeza, é a maior recompensa de um Jornalista, a de saber que alguém pode um dia, ter tido um pouco mais de alegria e esperança com a sua notícia.

Boa noite!
Maura Meregali