domingo, 18 de dezembro de 2011

Falta pouco!

É quase Natal e eu estou feliz, aliás, sempre fico muito feliz quando essa data se aproxima. Faltam cinco dias para as comemorações, seis contando com o dia de hoje. Não sou aquele tipo de pessoa que fica desesperada por ganhar presentes mas, como qualquer pessoa, eu amo ganhar qualquer coisa. Já sei que vou ganhar um livro, não sei o título deste, só sei que quero muito que chegue o dia para que eu possa saber. Até parece reação de criança desesperada pelo Natal, mas quando se trata de livros... fico doida.
Mas, o tema de hoje não é a minha felicidade mas sim, os enfeites da época e algumas comidas.
Achei alguns bem simples que ficaram lindos!

Super simples e com um charme, os vasos são compostos com um toque especial, pequenas bolinhas de enfeitar árvore. Ao invés de vasos, podem ser usados copos lisos transparentes.
 
Essas árvores são simples, rolhas e fitas compõe o básico e fácil de fazer.

Um enfeite de árvore muito fácil de fazer. Pode-se usar qualquer tipo de botão que estiver sobrando em casa, linha e uma fita. 

Com a mesma proposta dos vasos acima, nestes são utilizadas lâmpadas coloridas para dar um toque especial. 


Estes "espetinhos" de frutas dão uma beleza à mesa. Diversas frutas coloridas fazem um prato simples e fácil de fazer, saudável e saboroso.

Morango, quem não gosta?
E recheá-lo com chantili fica ainda melhor. A proposta é rechear e ainda colocar sobre a parte de cima, uma espécie de gota, como se fosse uma toca de Papai Noel. E ainda, colocar gergelim para fazer os olhinhos.

Outra proposta com frutas. Uma árvore especial para a noite de Natal, que pode ser feita colocando um abacaxi na parte de dentro e para colocar as outras frutas em torno, usa-se palitos, aqueles de dente.

Guirlanda de fuxico, algo fofo e bonito. Aproveitar aqueles retalhos que estão sobrando em casa pode ser ótimo pois assim não haverão gastos.

Laranjas com cravos. A mesa ficará ainda mais gostosa.

Essa outra guirlanda que achei, só coloquei por curiosidade. São usadas balas de goma, só não sei quanto tempo essas balas irão durar na porta! 
É algo bonito de se fazer somente para a noite de Natal onde os convidados poderão saborear essa guirlanda diferente e original. 


Durante essa semana irei colocar mais algumas fotos de Natal e ainda, outras dicas sobre coisas simples e fáceis de fazer.
Até a próxima!

sábado, 17 de dezembro de 2011

Tudo pode ser.

Boa noite!
Não postei praticamente nada essa semana passada, muito infeliz da minha parte. Acho que essa semana irei conseguir ajustar as coisas por aqui!
Depois de um cansativo dia mas muito divertido em Capão da Canoa, na abertura do Verão Numa Boa e dando uma ajudinha, digamos assim, moral para a Fernanda em fotos para a Corsan, onde estávamos na Estação das Águas e em quase todo o evento corremos. Fiquei toda queimada, não usei protetor solar, erro meu, sei disso. Mas foi muito bom, consegui ver a correria de toda a imprensa que lá estava presente.
Vale a pena conferir todas as atrações. E para terminar a noite de hoje, Maná!
Em sua maior parte, suas músicas envolvem amor e todos os problemas e/ou conflitos e até os casos de "sucesso" que soam muito bem aos ouvidos de qualquer um.
Então, here are go!





"Iba caminando por las calles empapadas en olvido
iba por los parques con fantasmas y con ángeles caídos
iba sin luz, iba sin sol, iba sin un sentido, iba muriéndome
iba volando sobre el mar con las alas rotas"
Eres Mi Religion - Maná





Até.

domingo, 11 de dezembro de 2011

Happiness II

Obrigada, Thanks, Merci, Gracias, Grazie, 謝謝 aos 511 visitantes em meu Blog!
Fico muito feliz com isso e quero a cada dia mais, sempre mais.
Estarei sempre preparando coisas legais para postar aqui. Já aviso que estou preparando um post especial aos que gostam de U2 assim como eu, e para terminar o dia de hoje, uma música que está no toque do meu celular.



"Cada geração tem a sua chance de mudar o mundo
Piedade às nações que não ouvem os seus meninos e meninas
Porque a mais doce melodia é aquela que nós jamais ouvimos"
U2


Até

Fotos II

Hoje é dia de postar fotos!
E como é dia de postar fotos, é dia de explicar a história delas.

Esta foto foi tirada na chácara. Esta árvore é um Cinamomo sombrinha. 

Esta, eu tirei na primeira vez que levei meu celular novo onde minha mãe trabalha. É no décimo quarto andar do Centro Administrativo Fernando Ferrari em Porto Alegre e a vista que se tem do Guaíba de lá é encantadora!

 Esta foto foi tirada dentro da Assembleia Legislativa do Estado do Rio Grande do Sul. E o que aparece na imagem é a Catedral Metropolitana de Porto Alegre e ao lado, uma parte do Palácio Piratini.
Foi no dia em que fui fazer minha primeira entrevista, fui entrevistar um deputado. Ver link com texto sobre em: http://quechose.blogspot.com/2011_09_01_archive.html

Imagem tirada na exposição do Armazém A7 no Cais do Porto. 8ª Bienal do Mercosul.




Até o próximo post.

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Glee

Quando Glee ainda era anunciado FOX eu já era alucinada totalmente por essa música.
Então, ela está aí para terminar a noite de hoje.
Curta o Clip!



Até

A magia do Natal que encanta e impressiona

Tudo o que envolve Natal é contagiante, aliás, tudo o que diz respeito ao encontro e ao sentimento dessa data que para alguns representa o nascimento de Jesus de Nazaré e para outros representa somente uma data de comemoração onde todos se reúnem com o único intuito de celebrar a união e a confraternização de comes e presentes.

O dia de Natal é celebrado em 25 de Dezembro, mas na história, o Natal era comemorado em 7 de Janeiro onde se comemorava o nascimento do Deus do Sol, com o tempo veio a modificação por parte da Igreja Católica para que os povos pagãos que estavam sob o controle do Império Romano pudessem se converter.
O Papai Noel, tradicional nas comemorações natalinas de todo o mundo, trás para às crianças consideradas boazinhas e comportadas durante o ano, a esperança de encontrar ao pé da árvore no amanhecer do dia 25, seus presentes merecidos pelo bom comportamento. São duas as versões encontradas sobre o local onde o "Bom Velhinho" e suas renas e duendes moram, a versão Americana diz que ele está no Polo Norte, já a Britânica confirma que ele está preparando o trenó em algum lugar da Lapônia.

Qualquer pessoa pode sonhar, esperar e ser feliz nesta data, ao menos comigo é assim. Não sei explicar nem expressar o porque desta minha paixão pelo Natal, pela montagem da árvore e para ajudar na preparação da ceia.


Quando somos pequenos, a emoção é ainda maior. Tudo o que se quer, é terminar aquela janta da meia-noite e correr para a cama e esperar o Papai Noel trazer os presentes para que se possa abrir tudo desesperadamente e saber se aquilo que estava na cartinha chegou.

Há também, o costume de ir até a Missa do Galo que é:
Uma missa realizada em países católicos após o jantar da Véspera de Natal. O nome foi dado pois conforme a lenda ao despertar à meia-noite do dia 24 para 25 de Dezembro, um galo teria cantado anunciando a vinda de Messias.
Além do costume, há um conto de Machado de Assis que tem o nome "Missa do Galo", na qual eu recomendo, é muito engraçado!

Sou alucinada por enfeites de Natal. Quer me ver doida? É só ir comigo até algum lugar que venda enfeites, mas que sejam muitos. Fui às Americanas algumas vezes nessas últimas semanas e posso dizer que a cada vez que entro lá, tenho uma vontade louca de comprar tudo e trazer para casa. Apesar de minha árvore, por que ela é minha aqui em casa -amo ela- e só vou passar o Natal na casa da minha avó se puder levar a árvore junto. Posso dizer até que fui uma grande chata à uns três Natais atrás,
 incomodei, incomodei e incomodei até que a mãe comprou uma árvore grandona. Ah, ela está tão linda. Está com flores, bolinhas prateadas que tem três tamanhos diferentes -as de baixo são as maiores- e tem festões vermelhos.


Então é isso.
Mais histórias de Natal em breve.




Até.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Música I

Aos apreciadores de uma boa música, deixo esta como opção para ouvir sempre que a vontade bater.
De grande cantores brilhantes juntos cantando Hey Jude.
Paul McCartney, Sting, Elton John, Eric Clapton, Mark Knopfler, Phil Collins.


Até amanhã!

O encontro com o grande jornalista, Caco Barcellos

Nascido em Porto Alegre em 5 de março de 1950 com nome batismo Cláudio Barcelos de Barcellos, mas Caco Barcellos de profissão. Participou de uma entrevista na cidade de Santo Antônio da Patrulha no encerramento da Primeira Feira do Livro daquele município. O entrevistador?
Ruy Carlos Osteramann.
Naquele sábado à noite, o jornalista que parece não gostar de muita demora, contou sobre como é ser Jornalista, as dificuldades, o que gosta e o que não gosta, como informar e buscar a notícia. Comentou também sobre seleção para entrar no Profissão Repórter e encarar cerca de 22 mil pessoas em um concurso público para a disputa de 11 vagas,  preparação do Brasil para a recepção da Copa do Mundo e Lei da Regulamentação da Mídia.
Foi taxista antes de ser repórter. Iniciou sua carreira trabalhando no grupo Caldas Júnior, foi repórter das revistas Veja e Istoé e no final dos anos 70, já era correspondente internacional.
Mostra com seu trabalho as características do país que possui desigualdade social e injustiça. Contou ainda que já subiu “o morro” para fazer matéria e diz que grande parte das equipes de TV não faz o mesmo.
Confesso que estava super ansiosa para poder ver de perto aquela pessoa admiravelmente profissional que via no programa Profissão Repórter (Rede Globo).
Sentei na quarta fileira, eu, mãe, vó e tio. Incríveis e sábias palavras de Caco Barcellos, dando uma aula de Jornalismo de encher os olhos e deixar de boca aberta qualquer pessoa. Posso dizer que não imaginava que ele fosse tão bom, que falasse tão maravilhosamente com tanto amor à profissão, dando ainda mais inspiração à aqueles que assim como eu, ainda caminham na direção do ser um grande e verdadeiro profissional. A entrevista teria duração de uma hora, mas os assuntos estavam tão bons, tudo fluía tão bem, que o tempo de duas horas parecia ter sido somente meia hora.
Fiquei feliz de poder ter a oportunidade de poder trocar algumas poucas e simples palavras com o mestre, orgulho.

Até.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Férias


Hoje realmente começaram as minhas férias. Fiz um G2 (exame, recuperação e seus derivados) hoje pela manhã em uma das dez cadeiras que terminei nesse rapidíssimo semestre.
A verdade é que o semestre passou voando, não sei se isso aconteceu para todo mundo, mas parece que foi ontem que eu cheguei na Famecos para iniciar o curso de Jornalismo - perfeito - diga-se de passagem. Acho que só passou voando porque eu amei e amei tudo mesmo. Apesar de algumas coisinhas desagradáveis terem acontecido, como em todo semestre, curso e faculdade acontece, mas aquelas coisas foram tão irrelevantes que passaram rápido e eu quase nem vi.
Posso dizer que aprendi muita coisa maravilhosa, os livros que li, a matéria que entendi, os colegas malucos que conheci e os professores queridos que tive, tudo foi muito bom, mesmo!


Agora é esperar o próximo e suas teorias, nada que assuste.
Amo Jornalismo, amo comunicação, amo escrever, amo poder ter o poder de informar!



Até.

segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Diário.

Quero tentar sempre postar algo todo dia e hoje, é foi o dia de escrever pouco mas que significa muito. Algo simples e fácil de se fazer, todos fazem, todos almejam mas nem todos alcançam. Mas o que realmente importa, é a intensidade, se você tem sonhos você poderá algum dia alcançar.

"Sonhar é o movimento da vida.
Se você não tem sonhos, você não tem perspectiva de futuro.
Quem não sonha, não alcança. Quem não sonha, não vive.
Sonhar, é viver!"




Até breve! 

domingo, 4 de dezembro de 2011

Fotos I

Ando tirando muitas fotos, principalmente quando vou para a chácara que modéstia parte, é um lugar lindo. Ainda quero subir o morro para tirar algumas da cidade de Santo Antônio inteira e dos arredores como o "Açude dos Pereira" que é um lugar lindo. Foi feito por meu tetravô e tem toda uma história, mas isso eu conto outra hora, hoje é dia de fotos!
Esta gatinha faz parte das "Chiquititas". São três gatas que me pai ganhou e o nome diz tudo -acho que ele colocou por que eu via sempre- e esta é a mais arisca, não sei como consegui fotografar. Apesar de eu não ter paixão por gatos, acho esta e as outras tão bonitinhas, espero que elas façam o serviço delas em breve que é o de caçar alguns camundongos perdidos por lá.

 Esta imagem é realmente incrível. Este é um ninho em meio a um cactos e consegue-se ver nitidamente a quantidade de espinhos em torno destas vidas que surgiram ali. Espero que eles aprendam a voar para bem longe para não se machucar.

Esta folhagem tem uma história muito legal. Minha mãe comprou e colocou no pátio de casa há uns seis anos atrás. Mas, por ter espinhos, acabava furando muitas bolas de futebol dos meus irmãos, até que foi para a Chácara e lá está até hoje, linda e enorme.

Não sei o porque, mas essa imagem parece representar o quanto pode ser pacata a vida no campo, com as porteiras fechadas se você não souber aproveitá-las.

Luz do sol, maravilhosa.


Então esse é primeiro post de fotos, vou colocar ainda muito mais em breve.
Obs: Todas estas fotos foram tiradas com a câmera do meu celular.

Até outro dia.

A Saudade do que foi fundamental

Um domingo em casa, útil para ouvir música, dormir, estudar e usar a internet, mas com aquela vontade louca de escrever.
Um tema? A saudade!
Conforme o Wikipédia, site que tem explicação para quase tudo e que é uma ótima fonte de informações que podem ter ou não relevância em sua importância, me deu essa resposta para saudade:

Saudade é uma das palavras mais presentes na poesia de amor da língua portuguesa e também na música popular, "saudade", só conhecida em galego e português, descreve a mistura dos sentimentos de perda, distância e amor. A palavra vem do latim "solitas, solitatis" (solidão), na forma arcaica de "soedade, soidade e suidade" e sob influência de "saúde" e "saudar".
Diz a lenda que foi cunhada na época dos Descobrimentos e no Brasil colônia esteve muito presente para definir a solidão dos portugueses numa terra estranha, longe de entes queridos. Define, pois, a melancolia causada pela lembrança; a mágoa que se sente pela ausência ou desaparecimento de pessoas, coisas, estados ou ações. Provém do latim "solitáte", solidão.
Uma visão mais especifista aponta que o termo saudade advém de solitude e saudar, onde quem sofre é o que fica à esperar o retorno de quem partiu, e não o indivíduo que se foi, o qual nutriria nostalgia. A gênese do vocábulo está directamente ligada à tradição marítima lusitana.
A origem etimológica das formas atuais "solidão", mais corrente e "solitude", forma poética, é o latim "solitudine" declinação de "solitudo, solitudinis", qualidade de "solus". Já os vocábulos "saúde, saudar, saudação, salutar, saludar" proveem da família "salute, salutatione, salutare", por vezes, dependendo do contexto, sinônimos de "salvar, salva, salvação" oriundos de "salvare, salvatione". O que houve na formação do termo "saudade" foi uma interfluência entre a força do estado de estar só, sentir-se solitário, oriundo de "solitarius" que por sua vez advem de "solitas, solitatis", possuidora da forma declinada"solitate" e suas variações luso-arcaicas como suidade e a associação com o ato de receber e acalentar este sentimento, traduzidas com os termos oriundos de "salute e salutare", que na transição do latim para o português sofrem o fenômeno chamado síncope, onde perde-se a letra interna l, simplesmente abandonada enquanto o t não desaparece, mas passa a ser sonorizado como um d. E no caso das formas verbais existe a apócope do e final. O termo saudade acabou por gerar derivados como a qualidade "saudosismo" e seu adjetivo "saudosista", apegado à ideias, usos, costumes passados, ou até mesmo aos princípios de um regime decaído, e o termo adjetivo de forte carga semântica emocional "saudoso", que é aquele que produz saudades, podendo ser utilizado para entes falecidos ou até mesmo substantivos abstratos como em "os saudosos tempos da mocidade", ou ainda, não referente ao produtor, mas aquele que as sente, que dá mostras de saudades.”

É isto então, a saudade, sentimento sentido por aqueles que vão para longe ou que ficam longe. Ultimamente tenho sentido saudade de minhas amigas da Furg, Universidade onde estudei antes da PUC e fica na cidade onde eu moro aos finais de semana com a minha família pois, fico em Porto Alegre durante a semana para trabalhar e em breve começar a estudar o tão impotante inglês.
Elas foram fundamentais para digamos assim, suportar aqueles três semestres do curso de Engenharia. Acho que se não fosse a presença delas, nada seria tão importante como foi, nada seria tão lembrado e tão presente na minha vida como foi.
Lembro dos dias em que tínhamos aula o dia todo e que conversávamos pelos cotovelos, aliás o que fica na lembrança é que amoçavamos juntas e aquilo tudo era tão divertido. As pausas de descanço depois do almoço para ver uns filmes com a rede wirelles muito boa por sinal, as conversas sobre todo tipo de assunto, as análises que fazíamos e as hipóteses que o Paulista tinha sobre a origem do mundo em um dia de “estudo” na Biblioteca ficaram na memória.
O quinteto que sempre estava junto, quer dizer, quase sempre. Na sala de aula, éramos eu e Pahola de um lado e as outras do outro. Uma vez, eu e a Pahola tentamos mudar de lado para ver se a inteligência mudava também, mas não adiantou nada.
As corridas da Andressa Souza entre o trabalho e os estudos sempre foram de admirar. O esforço que ela fazia e ainda faz para continuar estudando é algo realmente inspirador para qualquer pessoa, pois ela fez muitas vezes o impossível para as provas e trabalhos e na maior parte das vezes alcançou a meta.
A Camila Grandini na tentativa frustrada de um mês de estágio, correu. Foi tão engraçado ela dizendo para mim e para as gurias que tinha ligado avisando que não ia mais, pediu demissão por telefone. Imbatível momento. Os estresses que ela tinha, aquelas risadas, muito bom. A “colégãn”.
A Pahola Silveira de outro nome que odeia ser chamada é outro tipo estressada. Tanto tempo que ficamos estudando juntas, foi a com que mais fiquei estudando pois ficamos para trás, rodamos em algumas cadeiras, juntas!
Um dia irei voar com ela, agora uma quase aeromoça.
A Pâmela Engelmann do tipo chorona. Se rodava em uma prova – coisa rara – chorava, ia para o banheiro e fazia lamentações eternas. Nossos almoços no barzinho com risóles de frango e empadas, além do sempre chocolate que ela comprava, costume diário.
Ah, essas gurias.
Fomos juntas juntas para Rio Grande, dormimos juntas, eu, Pâmela e Camila e comemos muita porcaria. Porcaria deliciosa. Gravamos um vídeo engraçadíssimo que nunca vi pois a Tamiris Engelmann nunca passou.
Tamiris Engelmann é outra, doida. Essa sim, piradona. Minha parceira nas imitações, acho até que poderíamos ir para um programa humorístico com as nossas ceninhas que fizeram muita gente rir, né?!
Banho de chuveiro com falta de luz. Corrida para o quarto. Pizza dentro do quarto. Muito jogo Uno. Caminhadinhas básicas. Pizza perfeita na pizzaria “Água na Boca” uhm, quando eu me lembro, aiai, que sufoco. Corrida atrás de ônibus no centro de Rio Grande, enfim, sonos eternos em palestras e seminários.
Ah, não se pode esquecer também do dia em que medimos o terreno da Furg. Que cansaço e que dia inesquecível de calor, fome e sede.
Enfim, para terminar por aqui, a única coisa que posso dizer é que vocês foram indispensáveis e que são muito importantes para mim, que mesmo longe, tenho uma vontade enorme de ficar perto e poder conversar infinitamente.
A saudade do dia-a-dia marca a minha vida e a minha história.
Obrigada por serem quem vocês foram e agradeço por tudo o que passamos juntas.
Vocês são do coração.

Hotel de Passagem - Furg. Pahola, Pâmela, Camila e o Lugarzinho guardado para a Andressa.





Até a próxima!

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

Último dia de aula

Hoje, 1/12/2011 último dia de aula, ao menos eu acho.
Tudo passou tão rápido, parecia que ontem estávamos no primeiro dia de aula, com todas aquelas novas descobertas, novos amigos, novas histórias e novos desafios. Tudo novo.
A vontade de encarar literalmente de frente também era nova. Depois de um lapso de ficar um ano e meio na Engenharia Agroindustrial Agroquímica com tanta dificuldade, onde passar em uma cadeira era uma grande vitória, aliás, pode-se dizer que para mim era quase uma coisa rara no sentido em que haviam umas três ou quatro que me incomodavam. Nas cadeiras mais difíceis, a vontade de desistir, jogar tudo para o alto, sair mesmo correndo era gigante. Chorar era normal com Física e Cálculo. A felicidade de estar naquele curso não existia, era tudo tão difícil...
Mas a persistência de lutar e tentar continuar ainda me movia, a oportunidade de ter na cidade onde morava, Santo Antônio da Patrulha, uma Universidade Federal onde eu estava, era algo que me deixava pensando. Pensando na oportunidade e no que eu poderia ter de retorno depois pois todos diziam e é a constatação, Engenharia é a profissão do futuro. Mas aquilo nunca foi o que eu queria. Apesar de não ter certeza, já pensei em Veterinária e Direito, mas a vontade e a intimidade com a escrita, a facilidade da comunicação e o gostar de me comunicar fizeram com que eu renunciasse tudo aquilo que já havia feito. Tentei no final de 2010 mesmo Jornalismo, mas somente pelo Enem. Consegui ficar bem colocada em duas Federais, mas não foi suficiente para conseguir uma vaga.
Já no primeiro semestre de 2011 estava tudo doido, eu estava. Não consegui mais aguentar a Engenharia, não era aquilo, eu odiava. A partir do momento que tu passa a odiar tudo fica horrível e aquilo passou a interferir demais no curso. Foi então que decidi, quero fazer Jornalismo!
Quis fazer Jornalismo pelos motivos que acima citei e ainda mais porque eu quero fazer um Jornalismo para as pessoas. Um Jornalismo para as pessoas que precisam, para denunciar a mentira e mostrar os fatos como eles realmente são. Talvez alegrar alguém com alguma notícia, isso é incrível, ter o poder de alegrar alguém é a coisa mais importante desse mundo.
E no decorrer deste semestre consegui realmente gostar e muito. É tudo maravilhoso, fiquei realmente realizada.
O aprendizado em Jornal, Rádio e Tv fazendo tudo o que envolveu a produção, os bastidores o trabalho, os problemas que sempre acontecem e o desafio de fazer bem e fazer certo.
Achei ótimo fazer tudo, digamos assim, muito de perto. Acompanhar de perto desde o início aquilo que tu fez é uma experiência para a tua vida e isso eu tive.
Aprendi que para escrever, devemos cuidar sempre, sempre mesmo para não ofender ninguém. Mas escrever sempre aquilo que é verdade independentemente a quem doa. Aprendi também que escrever para um Jornal, como fizemos, é muito legal. É legal mesmo e achei fácil, não sei explicar o por que, mas foi assim, muito querido. Estranho dizer isso mas foi algo querido de fazer!
No programa de Rádio, a organização foi perfeita, mas eu fiz muito mal. Tremi totalmente a voz, fiz um erro ao colocar fone de ouvido. Minha voz é horrível, mas isso é resolvível.
O programa de Tv foi muito legal, adorei!
Apesar de alguns probleminhas de produção, o trabalho em si ficou muito bom. Com alguns errinhos, que sempre acontecem, normal para uma primeira vez, mas essenciais para o desenvolvimento do meu trabalho. Gostei muito de ter apresentado o debate.
Por hoje era isso então, última aula de Laboratório de Jornalismo, mas o início de muitos e muitos trabalhos e desafios, pois ser Jornalista é ter a responsabilidade de dar a notícia e fazer da informação a informação que possa mudar de alguma forma o mundo.
Obrigada aos queridos Professores Eduardo Pellanda e Fábian Chelkanoff por todo o aprendizado e forma querida de ensinar, amei!

Por hoje era isso então,
até a próxima.

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Novas histórias, novos rumos, novas oportunidades

Depois de esperar quase dois meses, consegui um estágio. Aliás, eu já havia conseguido, mas a demora para o contrato sair e a papelada toda de lá e da Pucrs complicaram a minha vida.
Assessoria de Comunicação da Corsan, é lá que irei trabalhar.
Posso dizer que a ansiedade está me matando e o pior é o medo de fazer algo errado. Eu sei que isso é normal e que por ser meu primeiro estágio é de se entender o medo.
Espero fazer tudo para ampliar o meu conhecimento e as minhas relações, isso é extremamente importante para mim e minha vida.
Agora é esperar amanhã chegar e ver no que vai dar. Sorte para mim!


Até.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

Primeiro Programa de TV

No dia de hoje, apresentei o programa de TV Informe Famecos com meus colegas Ana Conrad, Ana Spohr, Camila Amaral, Juliana Bonotto e Vinícius Casagrande.

 Apesar de estarmos em uma semana digamos assim, conturbada de provas e trabalhos, final de semestre né, a preparação para o programa foi fácil, como no de rádio, organizamos tudo com cuidado para que saísse de uma forma simples e objetiva.
Nossa convidada?
Cláudia Ioschpe, colunista e blogueira do By n9ve da RBS.
O processo do convite e todo o desenrolar da história até o dia de hoje, foi muito complicado. Enviamos e-mail no dia 18, fazendo o convite para que ela viesse à Famecos hoje, 24 de novembro, às 10h ao vivo. É, ao vivo.
Professor Fábian entrou na história, ligou para ela.
No dia 20, o professor Fábian enviou um e-mail para mim, dizendo que ela não havia recebido meu e-mail
Ela respondeu somente no dia 20, o que nos deixou malucos e disse que chegaria “lá pelas 10h” ah, aí sim, achamos que não daria tempo e que algo poderia dar errado.
Enviei um novo e-mail no mesmo dia, dizendo a ela que seria às 10h exatamente. Eu não poderia ser grossa com ela, de forma alguma, mas aquilo estava me deixando apavorada e meus colegas também.
Na segunda-feira ligamos para ela e confirmamos a entrevista. Alívio total.
Mas ontem o Professor me enviou e-mail dizendo que havia falado com ela e que ainda não havia obtido resposta quando a confirmação.
Sério, ontem deu aquele “monstra” gelo. Achamos que tinha dado tudo errado, os contatos, a preparação, enfim, tudo.
Corremos, a Juliana ligou para ela e confirmou.
Recebi e-mail da Camila, eram umas seis horas da tarde.
Alívio total.
A preparação para o programa foi ler blog’s e conferir fofocas dos últimos dias, achamos que poderíamos usar em algum momento e comentar sobre alguns dos últimos sinistros do tipo Justin Bieber pai.
Hoje, dia do programa, correria.
Chegamos cedo, menos a Jú, que estava saindo de casa às 8:30h.
Organizamos as impressões das fichas de cada um.
A Ana Conrad e o Vinícius foram esperar a Cláudia no estacionamento, levaram uma plaquinha com o nome dela, para o caso de não reconhecê-la.
Mas, ela ligou dizendo que iria se atrasar um pouco, estava em um congestionamento.
E agora?
Esperamos então.
A Martha correu para avisar a Ana Conrad e o Vinícius e eu e as gurias ficamos esperando. E ela chegou logo, não sei que congestionamento ela pegou. Ela deve ter é voado, chegou muito rápido mesmo.
Ficamos felizes e entramos então para gravar.
Eu fiquei nos bastidores com o Vinícius e a Ana Conrad. Fiquei responsável por cuidar do tempo e o Vinícius, bom, o Vinícius ficou lá escorado escrevendo.
O grupo e Cláudia Ioschpe
A entrevista foi ótima, a Cláudia é uma querida e respondeu tudo como perguntamos, breve e clara. Tiramos uma foto com ela ao término e logo ela se foi, tinha uma redação lhe esperando.
Chegou então a minha vez de comandar o programa, eu fui a âncora do debate. A Camila foi a da Entrevista.
Eu amei fazer o debate, usamos dados de acesso a internet e a blog’s. Ficou tudo ótimo. Ana Spohr estava desta vez, atrás das câmeras. A Camila entrou em cena novamente e ficou praticamente como âncora comigo. Foi tudo bem tranquilo, tirando a Ana Conrad que a cada vez que falava, tremia da cabeça aos pés.
Amei fazer TV e apesar de todo o problema de produção antes, foi tudo perfeito.

Era isso por hoje então.
Tcha-au!

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Nada além

Quando tu faz Jornalismo de verdade, tu não esquece dos fatos, tu não esquece dos acontecimentos e muito menos dos que se passaram por bonzinhos. Tu lembra de tudo, tu luta pela verdade e pela Justiça.
Luta pela democracia e pelos diretos do povo. Fazer Jornalismo de verdade é crer no poder da palavra e desconfiar da mesma, buscar o respeito e a dignidade e nunca, jamais e em tempo algum omitir.
E se alguém um dia, sob seu olhar omitir, justificar e colocar a realidade nos olhos de quem tem sede de verdade e justiça, não acredite!
Essa, é a pior espécie.


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Módulo de Rádio, a utopia da facilidade

A utopia da facilidade, isso mesmo. Pensava eu que fosse fácil e que não ficaria nervosa em momento algum. Estava tudo programado na sala do Laboratório de Jornalismo, o grupo estava de fato ansioso e eu nada preocupada, acho que eu estava “me fazendo”, só podia ser isso. Na sala pudemos ouvir a apresentação do primeiro grupo e quando o professor chegou na porta da sala e disse que era a nossa vez, eu peguei toda a minha papelada, atrapalhada como sempre e seguimos.
O grupo na qual eu fazia parte apresentou o programa às nove horas.
Quando entramos no estúdio, tudo parecia uma maravilha, a primeira coisa que fiz foi colocar o maldito, diga-se de passagem, fone de ouvido.
Não que fosse ruim, mas ouvir tudo o que os meus colegas diziam e eu mesma foi péssimo, não sei como tive a burrice de fazer aquilo.
Fui a segunda a falar, assuntos como: candidatura a Prefeitura de Porto Alegre com Nelson Marchezan Júnior do PSDB; um Vereador, de Belo Horizonte, que usava cuecas para trabalhar em seu gabinete e o caso da Cassação da Prefeita do município de Gravataí, Rita Sanco.
Foi praticamente no meio do programa que, não sei o porque, olhei para a Camila, que estava em minha frente e a vi sem os fones de ouvido, foi aí que tive aquele estalo e tirei os fones. Resultado de uma melhora incrível.
Tínhamos vinte minutos de programa. E quando chegamos aos cinco para que terminasse o tempo voou mais ainda que nos primeiros quinze minutos. E o nosso desempenho também, estávamos mais soltos e comentamos muito mais que antes. Se tivéssemos mais uns dez minutos, garanto que renderíamos ainda muito mais.
Adorei fazer o programa, apesar de meu desempenho ter sido um pouco desagradável com meus “ãhn” e a minha voz um pouco mais “fanha” que o normal devido a minha querida amiga rinite. 

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Módulo de Rádio, preparação a organização


Preparando 
Na última aula de rádio, estivemos envolvidos com a organização e o planejamento do programa de rádio. O grupo foi definido por nós mesmos, cada um tinha total liberdade e isso foi ótimo para o desempenho dos trabalhos por trás do programa de rádio.
Nas primeiras aulas, ainda não sabíamos exatamente qual nome daríamos ao programa. Somente na manhã em que o programa seria apresentado que definimos o nome, Informe Famecos. A escolha do nome foi difícil, mas os assuntos não.
Oi
Todos ficaram organizados em seus temas, eu para variar um pouco fiquei com Política. A Ana Conrad ficou com Geral e Mundo, Ana Spohr ficou no comando dos Esportes junto com o Vinícius Casagrande o “Casão”, a Camila Amaral ficou com Cultura e a Martha Menezes apresentará questões envolvendo Saúde. Já a Juliana Bonotto ficará com o comando da galera e dará início aos trabalhos e as falas de cada um.
Despreparando!


É isso então, agora é esperar o resultado desta organização que pensou em colocar o nome do programa de G2, e ver que irá acontecer.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

Texto rápido, resumido e direto

       Na aula de hoje, tivemos de ler uma nota que desse no máximo 30 segundos ao falar, sobre algo recente no Brasil ou no mundo, o tema proposto era opcional, poderia ser esporte, política, geral, cultura, o que quizesse.  Era uma espécie de teste, acho eu. Apesar de eu estar com a sinusite aí, e com minha voz totalmente fanha, tive que encarar né!
   Aí vai a nota. Um detalhe para a situação, eu falo um tanto rápido, logo, meu texto foi um pouco maior que os de alguns colegas.

      Ontem em Brasília, cerca de 20 mil pessoas se reuniram na marcha contra a corrupção. Com nariz de palhaço, vassouras e roupas de presidiários, os manifestantes caminharam aproximadamente 1km.
      O foco principal do protesto, foram pedidos como a aprovação do projeto que define o voto aberto e a regulamentação de lei da Ficha Limpa pelo Superior Tribunal Federal.
      Cerca de 300 policiais acompanharam a manifestação, mas não ocorreram incidentes. O ato aconteceu em 17 estados mas, o Rio Grande do Sul não teve nenhum tipo de manifestação.

     O texto é diferente, em jornal e rádio se lê e se escreve diferente. Como dá para notar, esta nota é bem mais objetiva e nem um pouco "enrolada" para que o ouvinte possa entender com clareza a situação exposta.
     Aproveitando o link rádio novamente, coloco aqui o texto que li na aula hoje http://cyberfam.pucrs.br:16080/labjormanha_2011_2/LabJor2011_2/Texto_Radio_files/radio.pdf

     Por hoje, é isso.

Rádio, início e continuidade de bons tempos

Na última semana, iniciou-se o módulo sobre Rádio na aula de Laboratório de Jornalismo. Semana passada, tivemos uma introdução à sua história e suas transformações através do tempo. Então, aí está um breve relato da história:

Em 1863 em Cambridge na Inglaterra, James Clerck Maxwell professor de Física Experimental, comprovou teoricamente que ondas eletromagnéticas existiam. Mas foi somente em 1887 que foi registrado o princípio da propagação.
No final do século XIX, o Italiano Guglielmo Marconi desenvolveu a tecnologia de transmissão de som por ondas, com a criação da primeira companhia de rádio. Ao mesmo tempo no Brasil, o padre Roberto Landell de Moura fazia experiências em Porto Alegre e buscava o mesmo objetivo de Marconi. O Padre construiu diversos aparelhos, que iam da telefonia com fio à telefonia sem fio, além da radiotelefonia e da radiofusão.
Como o alcance das ondas eram curtas, as primeiras transmissões de rádio no mundo ocorreram do alto do morro Santa Teresa. Local onde era possível obter-se uma maior propagação. Em 1901, ele vai para os Estados Unidos, mas somente no final de 1904 consegue obter pela The Patent Office at Washington três patentes, as de telégrafo sem fio, de telefone sem fio e transmissor de ondas sonoras.
Em 1905, Dr. Lee De Forest constrói a válvula Audion, que logo substitui os transmissores de Marconi. Com este novo aparelho, havia além da transmissão de sinais, voz e música pelas ondas Hertzianas, mais conhecidas como Hertz.
Já em 1906, ele patenteou a válvula Tríodo e neste mesmo ano, transmitiu programas musicais experimentais para Nova York, sendo assim, as primeiras transmissões comerciais conhecidas e com audiência. Forest foi também, o primeiro a transmitir programas humorísticos.
Mas foi no ano de 1908, que em Paris, mais precisamente na Torre Eiffel, que aconteceram transmissões de sinais radiofônicos, comprovando a real potência do Rádio.
No Brasil, a primeira transmissão ocorreu em 7 de Setembro de 1922, centenário da Independência do Brasil, onde o Presidente Epitácio Pessoa discursa na abertura da Exposição Centenário. Neste mesmo dia, a ópera O Guarani de Carlos Gomes é transmitida do Teatro Municipal para auto-falantes instalados na exposição. Este, era o início da Rádio Sociedade do Rio de Janeiro.
Com o passar dos anos e a entrada das grandes tecnologias portáteis ou não no mercado, a história de vida do Rádio ficou muito discutida. Contextualizações do seu término, ou não vieram a tona, mas o que é de grande surpresa ao adeptos da grande tecnologia e “abandonadores” do canal direto de comunicação é que, nos últimos dez anos, o número de emissores dobrou cerca de 97%. 
Dados mostram que emissoras FM, passaram de 1.322 no ano de 2000 para 2.602 em 2010. Rádios AM, que tem ondas mais curtas, tiveram apenas novas 79 emissoras colocadas ao ar nos últimos cinco anos. Hoje, o Brasil possui 9.148 emissoras sendo que destas, 4.193 são comunitárias e 465 educativas. E aí, a conclusão que se pode ter é a de que: -“Um bom radinho de pilhas ou não, é sempre bom!”

domingo, 2 de outubro de 2011

Happiness

Apesar de algumas postagens serem mais antigas que o Blog, pois as transferi de um local inicial para o Que Chose que hoje é definitivo, agradeço aos 115 visitantes em meu Blog desde às 15h do dia 29 de Setembro de 2011.

Obrigada mesmo!


Fuuuuui.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

A primeira experiência realmente jornalística

A história de um primeiro jornal iniciou-se há um mês no Laboratório de Jornalismo. Proposta do dia, entrar em uma editoria Jornalística, seja ela de esportes, política, cultura, geral, polícia, etc.
O entendimento do momento era que cada um escolhesse sua própria editoria, e assim fiz, entrei na editoria de política.
Fiquei no grupo da Camila Amaral, Karyne de Oliveira e Nicole Franzoi, umas queridas. Tivemos total empenho e uma sintonia ótima para que cada uma escrevesse sua própria matéria.
Tudo parecia tão fácil, se não fosse o problema-situação e desafio de escrever para frente. No momento isto se tornou um grande problema, pois fizemos as matérias no hoje sendo que iriam somente sair no mês de novembro.
Escrever sobre algum tipo de caso de corrupção recente seria uma “maratona”, pois poderiam haver outros casos até o dia em que o jornal saísse e talvez estes casos já não seriam mais tão importantes como estes que poderiam “aparecer”.
A minha primeira ideia de matéria foi escrever então sobre os grandes casos de corrupção na história do Brasil e do Mundo. Mas, seria algo muito abrangente e não haveria espaço para muitas situações e assim, ficaria muito simples e de pouca explicação, o que eu não queria.
Pensei então, em escrever sobre os novos partidos políticos do País, que já somam, sem estes novos nomes que estão por vir, 28. E escrever sobre alguns dos nomes um tanto curiosos destes novos partidos. Alguns, que ao meu ver são muito ridículos. E o pior disso, é a ideologia de cada um, esta não é definida totalmente, é esquartejada pela forma absurda de só fazer algum partido novo. Escrevi sobre, mas no decorrer da semana tive que mudar pois o PSD havia conseguido firmar seu registro junto ao TSE. Este texto foi de aproximadamente 800 caracteres.
Além deste, tive uma ideia maluca. Escrever sobre o que ainda não aconteceu, prever o futuro com minha bola de cristal, que se os astros ajudarem, chegará em breve pelo Fedex ou talvez por uma coruja de Hogwarts.
Ta ok, vou parar de brincar com isso, até por que, como eu disse à minha colega e amiga da Famecos, Ana –“Não pode mentir mais guria! Tu vai ser uma Jornalista e as pessoas irão acreditar em ti!”
Mais ou menos assim, então, nada de brincar com textos importantes. E que fique aqui o registro de que estávamos brincando com uma bobagem, adoramos descontrair.
Fui atrás de fontes para que eu pudesse ter ao menos uma certeza de que o que eu queria, iria ter uma aprovação e que sairia em tempo hábil.
Então, fui entrevistar o líder da bancada do PT, partido do atual Governador do Estado, Deputado Daniel Bordignon à qual agradeço pela atenção. Fui entrevistá-lo, é, eu fui. Que horrível, minhas mãos tremiam demais, eu estava segurando uma caneta para não ficar tão ruim e tive de dizer antes de começar a conversa, que aquela era minha primeira entrevista e que me desculpasse qualquer coisa. Afinal, é tentando que se aprende não é mesmo?
Tentei, entrevistei e entendi. Política, questões que a envolvem, Orçamento 2012, PPA. Até que me saí bem na minha primeira entrevista a meu ver, poderia ter sido pior, tirando toda aquela minha aflição. A sorte, é que fora uma entrevista bem descontraída. Após, fui conversar com o Wagner, Economista que trabalha no Gabinete do Deputado e que, digamos assim, me salvou quando me entregou um documento sobre o Plano Plurianual Participativo, o conhecido PPA. Eu havia dito que não precisava, mas ele insistiu e eu peguei o documento. Previsão do futuro? Será?  
Mas, eu não imaginava até ontem, às 21h10min quando o Wagner me ligou passando a informação que havia pedido, que o meu princípio de escrever sobre a Proposta Orçamentária de 2012 iria desmoronar, e desmoronou. Eu tentei arriscar escrevendo uma matéria à frente, baseada em informações e dei esta matéria como certa, mas infelizmente, o prazo de votação na Assembleia Legislativa para tal projeto pode ser de até 2 meses a partir de agora, começo de outubro.
Impossível, o Jornal irá sair em novembro.
Dei a ideia por encerrada, apesar de todo o esforço, empenho e tempo. Aquilo foi desesperador, fiquei com muita raiva, admito isso. Uma pauta ótima ralo a baixo escorreu.
O que poderia ser feito naquele momento?
Bendito PPA, me salvou.
Busquei algumas informações na internet, peguei o documento que o Wagner havia me dado na segunda-feira passada e baixei literalmente a cabeça. Escrevi, escrevi e escrevi. Exatamente às 22h03min, eu estava terminando a matéria. Foi um UFA, total.
E então, hoje, entreguei o texto. Prof. Eduardo Pellanda revisou e Prof. Fábian Chelkanoff fez a diagramação. É, eu procurei como se escrevia Chelkanoff no Google, seria feio escrever errado. (risos)
Era isso então, missão cumprida e comprida.

domingo, 11 de setembro de 2011

Educação no Brasil, questão de dinheiro ou incompetência?


Hoje, acordei com a vontade de escrever sobre o que há muito tempo tenho vontade de dizer e falar para quem quer que seja. A vontade de escrever uma narrativa com minha opinião sobre um assunto hoje polemizado.
O Brasil hoje é palco de grandes acontecimentos, superação de investimentos, conquistas e grandes modificações. Mas, ainda há uma grande parte desta construção, pouco desenvolvida e muito discutida.
A Educação Brasileira, esta, tem sido um dos grandes alvos e gerador de manifestações. Manifestações por melhores salários, greves e a decorrente decadência da educação e seu sistema de ensino nas salas de aula.
Muito se discute sobre seus princípios, sobre a saída de alunos com déficit de ensino, déficit de saber e de entender das escolas. Quanto a minha análise, de uma ex-aluna de Escolas Estaduais, tenho um sentimento diferente.
Não posso discordar de maneira nenhuma, que sim, professores deveriam ser mais bem remunerados, afinal, são os grandes protagonistas da formação de nossa nação. Mas discordo totalmente quando em muitos casos, professores pedem melhores condições, sendo que alguns não possuem o mínimo de conhecimento e inteligência ao ensinar, pois estes ensinam somente por ensinar. Não estão preocupados se o aluno irá sair da escola preparado para a vida, pois em uma escola, os alunos devem ser preparados para enfrentar as mais diversas condições, os mais difíceis entraves e situações impostas por uma carreira profissional.
Hoje, alunos saem despreparados e incapazes. Mas, em momento algum, eu diria que a escola deveria ensinar a viver, óbvio que não, isto é responsabilidade da família do estudante, mas em muitos casos, há uma fragilidade social tão grande que a única opção é a escola, a única chance de melhora e aprendizado total é a escola. Por isso tenho a certeza de este, deveria ser um local mais preparado para receber e ensinar de fato.
Infelizmente, eu digo que muito me faltou e que mais triste ainda é ter ido para aulas onde professores propunham que os alunos fizessem trabalhos em grupo e que explicassem para os colegas sobre tal matéria. Isso é o mais deprimente. Pois durante um mês, um mês e meio se fazia isso, e aquilo se repetia durante o ano, o aluno dava a aula e o professor com toda a certeza, isso posso dizer, estara incapaz de dar uma aula, pois não sabia da matéria. Tanto não sabia que um dia um colega perguntou-lhe sobre quem era Evita Perón, esta não sabia responder, mandou como outras muitas vezes, procurar no livro didático, alegando que deveríamos saber procurar. Uma colega, indignada com a cena, explicou a quem havia perguntado.
E também, me recordo de um dia que disse a uma professora que odiava falta de controle. Lembro-me perfeitamente de como sua aula era conduzida. Eu estava quase terminando meu ensino médio, e a professora pedia aos meus colegas, muitas vezes barulhentos, que, por favor, parassem de conversar. Aquela cena se repetiu muitas vezes, e a professora nada fazia, não tomava nenhuma atitude mais pesada, deixava que tomassem conta e muitas vezes tomavam pela falta de atitude e imposição da professora. Foi aí, que eu cheguei até ela e lhe disse: “-Professora, eu odeio quando a senhora faz isso!”
E eu disse, disse mesmo. Assumo que muitas vezes fui até chata e era conhecida por CDF, mesmo nem sendo tanto assim.
Aquela cena me revoltava, assim como outras tantas.
O mesmo continua a acontecer, tenho relatos de casos de outros alunos, assim como eu, que literalmente perderam aquela vontade, perderam o estímulo pelo estudo. Não há mais exigência nas escolas, não há mais cobrança e não havendo cobrança não há estudo e consequentemente não há entendimento. Assim se faz a Educação Brasileira.
E que fique bem claro, se um Professor de Verdade, como muitos que existem neste Brasil afora, recebessem pelo que ensinam, e ensinam corretamente, deveriam ganhar muito mais do que o obrigatório. Pois muitos trabalham com dificuldades e vencem na vida ganhando o que ganham e não deixam de ensinar por isso.
Quando se quer ser professor, o mínimo que se deveria ter é amor pela profissão. O que hoje não há em muitos casos!
E em minha convicção, respostas do tipo, receber mal, não é pretexto para incompetência. Não é por que recebo mal que irei fazer mal ou até não fazer.
Eu, como futura Jornalista, sei da dificuldade que é fazer Jornalismo e se ganhar uma boa remuneração, mas faço por que eu quero e por que eu gosto. E quando se faz com amor a profissão, se “veste a camisa”, não há pretexto nenhum nesse mundo que me convença sobre a Educação no Brasil.
Afinal, a Educação é resultado de um bom trabalho, se não há um bom trabalho, não há Educação.



Maura Meregali