sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Módulo de Rádio, a utopia da facilidade

A utopia da facilidade, isso mesmo. Pensava eu que fosse fácil e que não ficaria nervosa em momento algum. Estava tudo programado na sala do Laboratório de Jornalismo, o grupo estava de fato ansioso e eu nada preocupada, acho que eu estava “me fazendo”, só podia ser isso. Na sala pudemos ouvir a apresentação do primeiro grupo e quando o professor chegou na porta da sala e disse que era a nossa vez, eu peguei toda a minha papelada, atrapalhada como sempre e seguimos.
O grupo na qual eu fazia parte apresentou o programa às nove horas.
Quando entramos no estúdio, tudo parecia uma maravilha, a primeira coisa que fiz foi colocar o maldito, diga-se de passagem, fone de ouvido.
Não que fosse ruim, mas ouvir tudo o que os meus colegas diziam e eu mesma foi péssimo, não sei como tive a burrice de fazer aquilo.
Fui a segunda a falar, assuntos como: candidatura a Prefeitura de Porto Alegre com Nelson Marchezan Júnior do PSDB; um Vereador, de Belo Horizonte, que usava cuecas para trabalhar em seu gabinete e o caso da Cassação da Prefeita do município de Gravataí, Rita Sanco.
Foi praticamente no meio do programa que, não sei o porque, olhei para a Camila, que estava em minha frente e a vi sem os fones de ouvido, foi aí que tive aquele estalo e tirei os fones. Resultado de uma melhora incrível.
Tínhamos vinte minutos de programa. E quando chegamos aos cinco para que terminasse o tempo voou mais ainda que nos primeiros quinze minutos. E o nosso desempenho também, estávamos mais soltos e comentamos muito mais que antes. Se tivéssemos mais uns dez minutos, garanto que renderíamos ainda muito mais.
Adorei fazer o programa, apesar de meu desempenho ter sido um pouco desagradável com meus “ãhn” e a minha voz um pouco mais “fanha” que o normal devido a minha querida amiga rinite. 

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