Nascido em Porto Alegre em 5 de março de 1950 com nome batismo Cláudio Barcelos de Barcellos, mas Caco Barcellos de profissão. Participou de uma entrevista na cidade de Santo Antônio da Patrulha no encerramento da Primeira Feira do Livro daquele município. O entrevistador?Ruy Carlos Osteramann.
Naquele sábado à noite, o jornalista que parece não gostar de muita demora, contou sobre como é ser Jornalista, as dificuldades, o que gosta e o que não gosta, como informar e buscar a notícia. Comentou também sobre seleção para entrar no Profissão Repórter e encarar cerca de 22 mil pessoas em um concurso público para a disputa de 11 vagas, preparação do Brasil para a recepção da Copa do Mundo e Lei da Regulamentação da Mídia.Foi taxista antes de ser repórter. Iniciou sua carreira trabalhando no grupo Caldas Júnior, foi repórter das revistas Veja e Istoé e no final dos anos 70, já era correspondente internacional.
Mostra com seu trabalho as características do país que possui desigualdade social e injustiça. Contou ainda que já subiu “o morro” para fazer matéria e diz que grande parte das equipes de TV não faz o mesmo.
Confesso que estava super ansiosa para poder ver de perto aquela pessoa admiravelmente profissional que via no programa Profissão Repórter (Rede Globo).
Sentei na quarta fileira, eu, mãe, vó e tio. Incríveis e sábias palavras de Caco Barcellos, dando uma aula de Jornalismo de encher os olhos e deixar de boca aberta qualquer pessoa. Posso dizer que não imaginava que ele fosse tão bom, que falasse tão maravilhosamente com tanto amor à profissão, dando ainda mais inspiração à aqueles que assim como eu, ainda caminham na direção do ser um grande e verdadeiro profissional. A entrevista teria duração de uma hora, mas os assuntos estavam tão bons, tudo fluía tão bem, que o tempo de duas horas parecia ter sido somente meia hora.
Fiquei feliz de poder ter a oportunidade de poder trocar algumas poucas e simples palavras com o mestre, orgulho.
Até.
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